Quem são os seus amigos?, quem são os seus colegas?, o que é um amigo?, o que é um colega? e existe alguma diferença entre amigo e colega?
Depois das partidas de boliche, o grupo partiu para um outro local. O local era o mesmo do capítulo 4, 15° linha, um lugar bem tranqüilo, isolado e bem localizado, pois ficava perto de um posto (bebidas) e de um fast-food.
Antes de pararem neste local citado acima, passaram no posto e compraram uma garrafa de vinho frisante. Chegando no local, J.R e Jader começaram a beber e Renato aproveitou para ligar o som do carro. Depois de tomarem aproximadamente uns 3 copos de vinho, J.R decide falar uma coisa que vai acabar dando inicio a uma longa discussão.
Música de fundo: Stronger - Kanye West
- Vocês são muito denunidos! disse J.R
- Como assim? pergunta Jader
- É, por exemplo, você sai com os seus outros amigos e nem chama a gente.
-é claro, amigos de escola são amigos de escola e amigos da faculdade são amigos da faculdade.
- mas isso não é ser amigo!
- tá
- então você não é meu amigo?
- não
- então não confio mais em você!
Depois disso, J.R ficou emburrado, nervoso e isolou-se em um canto. Aproveitando do estado de J.R, Jader resolve provocá-lo a partir de zuações e imitações. Este ultimo foi a ultima coisa que ele aturou. Enquanto isso, os três só davam risadas e assim aumentava ainda mais o nervosismo de J.R, às vezes Renato e Arthur falavam para Jader parar, mas o mesmo não parava.
- Jader, para se não vou te bater. J.R disse nervoso.
- Então vem bater. Disse Jader, sinalizando um tapinha na cara.
J.R partiu em direção, pronto para dar um soco na cara do Jader, quando foi impedido por Renato e Arthur.
Para não piorar a situação, Renato e J.R resolveram ir embora. Jader tenta se desculpar, mas J.R nem quer conversar. A situação já estava feita e para corrigir levaria tempo.
Jader, o vilão da história? J.R a vítima? o "Não" de Jader foi dito verdadeiramente? J.R ficou mesmo "puto" aponto de bater em Jader? Os dois estavam bêbados? Tudo isso foi uma encenação?
A verdade é que eles já eram amigos e não sabiam disso.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Capítulo 11
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Capítulo 10
Eu tinha certeza que J.R mudaria de cidade, mas o resto do pessoal não acreditava que ele fosse capaz de fazer isso. Acreditando na palavra de J.R, resolvi aproveitar o tempo restante e então o meu lema passou a ser simplesmente "Carpe Diem", ou seja aproveite o dia e curta a cada momento.
A melhor maneira de aproveitar o dia e curtir cada momento era saindo com os meus amigos da faculdade, mas dessa vez seria diferente.(“Porque?") Finalmente C.A sairia com o pessoal, assim seria a primeira vez que o grupo estava completo.
O local destinado da saída era o Boliche do Shopping, um lugar que me agradava, porque além de gostar desse jogo, o ambiente era animador. Fazia muito tempo que eu não jogava boliche, por motivos de grana e também por não ter uma turma que gostasse desse esporte.
Começou a rodada, 5 pessoas, somente um ganhador e um perdedor . Quem seriam essas pessoas? Foram duas partidas, na primeira o vencedor foi o Arthur e já na segunda foi o Renato.
Esses dois tinham uma semelhança no estilo de jogar, a força, o que ajudava bastante para derrubar os pinos. Já que esses dois foram o ganhadores, afinal quem foram os perdedores? Carlos Alexandre e o outro foi o sem noção, ou seja, J.R. Na primeira rodada até que deu uma competição boa entre eu e J.R, mas já na segunda não deu graça. Placar final: 2 a 0 para mim.
J.R não tinha puxado ao pai, já que o mesmo foi jogador profissional.
Depois dessa competição, digamos saudável, a noite ainda não tinha terminado, porque ainda faltava para acontecer uma confusão.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Acabou?
O ultimo "post" foi publicado em um momento de raiva, ou seja, aquele sentimento que é passageiro, diferentemente do ódio, já que este é duradouro.
Toda história tem que ter um final, mesmo que seja triste. Meu objetivo é terminar o que eu comecei, pois não fiquei satisfeito com algo inacabado.
Portanto, espero que continuem a acompanhar os próximos capítulos!
Jader Yamamoto.
domingo, 9 de dezembro de 2007
Acabou
No começo, não passou de uma brincadeira para zuar um dos meus amigos da faculdade. A zuação foi uma forma que encontrei para destacar as suas atitudes irresponsáveis, assim podendo modifica-lás mudando-as para melhor. "Não sei se isso deu certo, mas foda-se".
Tem uma hora que tudo cansa, se torna uma obrigação e você perde o interesse.
Não vale a pena ficar publicando sobre a sua vida ou a dos outros, é melhor que essas histórias e seus pensamentos fique só na sua mente.
Tudo não passou de uma imagem falsa que criei, sobre um grupo de amigos. Nunca existiu um grupo de amigos e sim de colegas, sendo que cada um tinha a sua "faca" guardado atrás das costas.
Tinham muitas histórias legais e engraçadas a serem publicadas. Teve muitas coisas que não foram publicadas para não constranger alguem.
Peço desculpas se acabei ofendendo alguém.
Para meus leitores, obrigado pelos comentários e pelo apoio para continuar a escrever sobre essa história.
Para " O SEM NOÇÃO" (J.R), Boa viagem e boa sorte nessa sua nova etapa! Espero me deparar com um Juiz, ou Promotor ou algo desse nível lá no futuro. ehhehehehe
"É só isso, não tem mais jeito, acabou, boa sorte"
sábado, 8 de dezembro de 2007
Capítulo 9
Na classe, você encontraria a seguinte cena, C.A ficava sentado mais para frente quase perto dos CDFs. Eu, Arthur, Renato e Jean ficávamos um pouco mais atrás, conversando sobre as frases sem noção que J.R colocava no MSN. No intervalo, às vezes ficávamos na sala de aula ou na sala de informática, mas raramente saíamos para comer em outro lugar. Em relação a notas e provas, C.A era o líder em tirar notas altas, seguidas por mim, Arthur, J.R e Renato. Nos momentos de prova, sempre compartilhávamos as respostas, assim ajudando um ao outro.
Minha intenção não era permanecer na faculdade até o final do curso, queria mudar para uma faculdade pública, mas para isso teria que prestar uma prova de transferência de curso, sendo realizada só no começo do outro ano (2008). Um futuro incerto.
Não era o único do grupo que estava pensando em mudar de faculdade, J.R também mudaria no ano que vem para ficar mais próximo de sua mãe, já que a mesma mora em outra cidade bem distante de Bady Bassit. "Mas J.R mora com quem em Bady?" Com a sua Tia, desde muito tempo.
No começo, ninguém acreditou que J.R deixaria, depois de muito tempo, a sua cidade e os seus amigos. Mas isto era um futuro certo.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Capítulo 8
Este mês possui vários sinônimos como, férias, diversão, descanso e outras coisas boas. Para mim, Julho era somente férias entediastes, sem nada para fazer o dia inteiro. Mas, Julho de 2007 seria diferente, pois teria algo para fazer todas as quartas feiras. Toda a quarta feira teria Futebol com o pessoal da faculdade.
Fazia muito tempo que não jogava futebol, ainda mais com pessoas da minha idade. Estava ansioso e curioso em saber se o pessoal seria habilidoso. Este pessoal era, J.R, eu, Arthur, Gustavo e Renato, este ultimo não estava neste dia em que ocorreu a confusão.
O local onde jogávamos futebol era o SESC, um lugar que aparentemente não exigia o uso da carteirinha de associado para usufruir das opções de lazer que o clube oferecia. Dentre o pessoal, só o Arthur, Gustavo e J.R eram associados.
Não me recordo muito bem sobre o dia exato em que ocorreu a confusão, mas lembro-me que aconteceu no começo (segunda ou terceira partida) da nossa rotina esportiva.
Chegamos no SESC, J.R já se encontrava no local. De repente foi quando notei a presença de um dos amigos do Arthur, pensei "será que eles vão jogar?". Então, Arthur conversou com esses dois amigos e logo depois foi até J.R e disse algo. Foi então que vi J.R indo na direção dos dois amigos de Arthur e o mesmo me chamou para entrar, deixando J.R lá fora com os seus dois amigos.
Não estava entendendo mais nada, varias perguntas começaram a surgir na minha mente. "O que esses dois amigos do Arthur vieram fazer aqui?" "Porque J.R está lá fora?". As respostas surgiriam com a explicação do Arthur.
Dentro do Sesc, Arthur me explicou que dias antes, J.R estava "paquerando" pelo MSN a “ficante” de seu amigo e que esse seu amigo, acompanhado por um outro, veio tirar satisfações e alertar que “a menina já tinha um dono", ou seja, basicamente veio proteger o seu bem.
Não houve briga, nem um palavrão ou algo assim, foi uma conversa tranqüila. A confusão veio após a conversa, entre J.R e Arthur. J.R estava puto, pois tinha certeza que Arthur tinha falado para os seus respectivos amigos sobre o lugar em que estaria, mas Arthur fala até hoje que não foi ele. Verdade ou Mentira?. Arthur também estava puto, pois já tinha avisado J.R que a menina tinha um “ficante”. Depois disso, J.R e Arthur não se dão bem até hoje.
Sobre os dias que jogamos futebol, posso relatar que foram bem divertidos, apesar de perdermos quase a maioria dos jogos que disputamos, também todos eram sedentários e não tinha nenhum craque no time. Mas essa rotina esportiva acabou tendo um fim, quando pediram para eu mostrar a carteirinha do clube.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Capítulo 7
Neste dia, sairíamos para um lugar bem diferente.
Arthur, seu irmão Gustavo, eu, J.R e Renato, estávamos apenas dando algumas voltas de carro pela cidade. Eu estava com vontade de tomar um Milk Shake do “Mc Donalds” (não se compara ao do Bobs) e então fomos até lá. Não acreditei quando tentei entrar no “Fast Food” mais famoso e lucrativo do Mundo, simplesmente o Mc Donalds estava fechado, "mas 23h fechado?" então fomos até o seu principal concorrente, "Habibs", passamos no drive e depois paramos em um local para decidir um lugar legal para ir. Decidiram ir na "Zona".
"Zona", (porque a palavra Zona?) para quem não sabe ou desconhece este termo que tem duplo sentido é um bairro onde se concentram as prostitutas da cidade.
Fiquei curioso, nunca tinha conhecido a "Zona", só passava na avenida próximo ao local. Quando chegamos no local, primeiro, eu não sabia que era tão grande, é um bairro!! Segundo, fiquei espantado com as prostitutas, tinham de todos os tipos, velhas (maioria), travestis, jovens de todas as raças. Era realmente um comércio em que os produtos são seres humanos. Terceiro, a quantidade da demanda (procura) e também pela concentração de muitos motéis.
J.R e Renato estavam à procura de utilizar aqueles "produtos" que por sinal são caros. Os dois, primeiramente, fizeram uma negociação. Só percebi que esta foi concluída, depois que vi as duas prostitutas no carro do Renato que seguiu direto para um Motel. Depois disso, Arthur me levou de volta pra casa e ai a noite tinha terminado.
Não tinha dinheiro e nem a intenção de pagar uma prostituta. Muito caro e também não era ainda o momento apropriado.
Quanto aos detalhes sobre o que ocorreu com J.R e Renato sobre aquela noite, não vou mencionar, porque tenho certeza que vocês, leitores, não gostariam de saber.
Capítulo 6
Estava na sala de aula e passado alguns minutos percebi que o "clima" entre o pessoal do grupo não era um dos melhores, principalmente com relação ao Renato, este praticamente se isolou do pessoal. Mas esta situação não duraria por muito tempo, Renato conversaria com o pessoal depois de algum tempo.
O assunto principal do dia, em que quebraria o silêncio de todos e desenvolveria um debate, seria novamente um acontecimento ocorrido com Jean Rafael (J.R). J.R tinha cometido um erro grave, um deslize, uma burrice que acontece com os jovens. Ele, aos 17 anos, tinha engravidado uma menina.
Pensei, “Mas como ele conseguiu fazer isso? será q..." Exatamente, J.R não usou o preservativo (“camisinha"). Na hora H, numa rapidinha, nem deu tempo de pensar nos resultados que poderiam ocorrer no futuro sem o uso fundamental deste método eficaz contra a gravidez e contra a transmissão de doenças, como a AIDS.
J.R estava preocupado, desesperado, afinal ter um filho não é a mesma coisa de ter um cachorro de estimação em casa. Então, numa atitude desesperada, J.R saiu da sala de aula e foi até a sala de computação para pesquisar na Internet um remédio para aborto. Depois de encontrar o nome do remédio, foi até a farmácia mais próxima e fez o seu pedido para farmacêutica.
Após ter pronunciado o nome do remédio, a reação da atendente foi de espanto e falou:
- que? você esta louco? não vendemos este tipo de remédio!
J.R voltou para classe decepcionado. A única solução era aceitar este filho que estava por vir e ainda agüentar as zuações de seus amigos.
Mais tarde, ficamos sabendo que o bebe de J.R será uma menina. Mas percebo que J.R não está muito interessado e preocupado em relação a sua filha. Quem sabe após o nascimento da criança, as atitudes e pensamentos de J.R passam a ser diferente com as de hoje.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Capítulo 5
J.R, 17 anos, já estava na fase do "macaco".Esta fase é o momento em que a pessoa, após beber um pouco, começa a ficar muito alegre, fazer graça e também a falar das coisas pessoas de sua vida.
O momento de fazer graça.
J.R, já meio tonto e não conseguindo andar em linha reta, pegou o seu celular e ligou para C.A. Após C.A atender o telefone, J.R começou a falar coisas sem noção e sem sentido( nem queiram saber) para C.A, nesse momento eu e Arthur e seu irmão, Gustavo, só davamos risadas daquela cena. Renato parecia estar nervoso ou preocupado com alguma coisa.
O momento de falar sobre a sua vida.
Depois desta cena ocorrida, J.R começou a falar sobre um acontecimento que marcou para sempre o seu passado, acontecimento que ninguem deseja ocorrer em sua família.
J.R começou a "desabafar" sobre a morte de seu pai, ocorrida no tempo da sua infância.
(Não vou comentar sobre as causas relatadas neste dia sobre a morte de seu pai, em respeito a J.R)
Depois de J.R ter relatado sobre este acontecimento, comecei a refletir mais sobre as minhas atitudes tolas, em relação ao meu Pai.
**********
Depois dessas coisas ocorridas, comecei a ouvir um barulho. Era o celular do Arthur. Atendeu, era a sua mãe mandando voltar para casa pois já era tarde. (00:00, tarde?). Arthur e seu irmão resolveram ir embora, mas falaram que iam voltar.
Meia hora se passou e nada dos dois. Então, Renato resolve ligar para Arthur. Era já esperado a resposta, eles não iam mais voltar, o passeio tinha terminado.
Fazia pouco tempo que Renato tinha tirado a habilitação de motorista, não conhecia muito a cidade de Rio Preto. Ele estava puto com o Arthur e J.R que estava muito bebado. Eu não tinha como voltar para casa, então pedi para Renato me levar naquele fim de mundo. Este foi o meu erro.
Chegando em casa, expliquei ao Renato, o caminho mais difcil para voltar na avendia Alberto Andaló, em que esta dava acesso a rodovia para ir a Bady Bassit. Depois disso tudo deu errado pra Renato.
Resultado, Renato ficou perdido em Rio Preto, pegou um caminho errado e foi parar em um bairro perigo da cidade e para piorar a situação, J.R tinha vomitado no seu carro. Com as informações dos moradores, Renato conseguiu voltar para casa.
Todos tiveram uma parcela de culpa neste dia, menos Renato que tinha prometido nunca mais sair com a gente.
Peço desculpas pelo o meu erro.
sábado, 1 de dezembro de 2007
Capítulo 4
Eu estava feliz e ansioso, não sabia se seria legal ou não, por ainda não conhecer muito bem as pessoas do grupo.
Sair, mas para onde? que lugar seria bom em Rio Preto? tem lugares bons, só que são caros e incompatíveis com o nosso poder econômico. Então, Arthur teve uma idéia do que faríamos naquela noite. A idéia consistia em comermos lanche em algum lugar e depois comprarmos umas bebidas e ficar em um local bebendo e batendo papo. Que idéia, hein?. Todos aceitaram. O pior estava por começar.
Depois de comermos o lanche, menos eu, fomos em uma loja de conveniência e compramos uma Fanta e uma garrafa de vodka (Orloff). Saiu muito caro, também Orloff. Seguimos para um determinado local. Este local era isolado e aparentemente perigoso.
Ficamos ouvindo um som e bebendo vodka com Fanta, só que alguém não bebia bebida alcoólica e alguém bebia demais. Foi a partir desse momento que tudo começou a perder o controle e o resultado seria grave.
Um som alto, uma boa bebida e um bom papo, estava me divertindo naquele começo. Não estava bebendo muito, mas Jean (J.R) sim, estava esvaziando a garrafa. Já Arthur não estava bebendo nada, pois não bebia bebida alcoólica. Perguntei-me, "porque comprou uma garrafa de vodka?".
Percebi que Jean, já estava ficando bêbado e fazendo graça. Arthur só dava risada das palhaçadas do Jean, inclusive eu, mas Renato estava muito puto com aquilo. Então, ouvi um barulho.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Capítulo 3
Grupo formado, cinco integrantes, mas com características e estilos diferentes.
Com o tempo de convivência com os meus colegas do grupo, acabei percebendo que todos possuem um estilo próprio. Isso faz com que as pessoas possam conhecer e a aceitar outro estilo diferente do seu, mas para ocorrer à aceitação leva-se muito tempo e neste período de tempo é onde ocorrem muitos conflitos.
Carlos Alexandre (nome de novela mexicana não?), 18 anos, esforçado e dedicado aos estudos. Também aparenta ser tímido e às vezes sarcástico.
Arthur, 19 anos, trabalha em um escritório de contabilidade, gosta de musicas de “mano” e é o cara mais velho do grupo. Não gosta de queijo, como pode?
Renato, 18 anos, reside em Bady Bassit, comunicativo, engraçado mas as vezes tem um comportamento estranho.
Jean Rafael, o mais novo do grupo, também reside em Bady Bassit e tem pensamentos estranhos, viajantes, que realmente não pertencem a este planeta!
Quanto a mim, não vou me analisar, deixo esse trabalho para vocês leitores.
Por enquanto, eram só essas características que percebia em cada pessoa, mas sabia que com o tempo muita coisa seria revelada.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Capítulo 2
Na primeira semana de aula, tudo parece estranho pelo fato de você não conhecer ninguém. As pessoas vão formando os seus grupos e você acaba ficando isolado. Mas com o passar do tempo, você acaba conversando com as pessoas que estão sentadas ao seu redor e sem perceber, você acaba formando um grupo de amigos.
Inicialmente este grupo era formado por cinco pessoas: eu, Arthur, Renato,Carlos Alexandre (C.A) e Kaue. Este último acabou desistindo do curso, assim faltava uma pessoa para o grupo ficar novamente completo.
Todos na classe estavam ansiosos para conhecer a nova camiseta do curso. Apesar de já ter conhecimento da frase, que sinceramente era tosca, mesmo assim eu estava curioso para ver a camiseta. De repente, em uma hora inesperada, eis que entra na sala o cara que tinha encomendado as camisetas. Tive uma visão do inferno, mas ao mesmo tempo hilariante.
O cara entrou na sala com a camiseta do curso em seu corpo, só que o tamanho não era proporcional a sua gordura, ou seja, muito pequena e apertada, uma baby look.
A reação da classe foi à mesma que a minha, ahahhahahahahahahhahahahahaha. Não conseguia parar de rir.(Estou rindo até agora).
Alguns dias se passaram depois deste fato ocorrido e com o tempo percebi que o cara que tinha pagado um "mico" da camiseta encontrava-se isolado na classe. Este cara foi aproximando-se do nosso grupo, por já ter conhecido o Renato, a cada dia que passava o grupo tinha certeza que o cara do "mico" da camiseta seria a pessoa que faltava para completar o grupo.
O cara do "mico" da camiseta se chama Jean Rafael (J.R), um dos três caras que estavam no trote do palito de fósforo e novo integrante do grupo.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Capítulo 1
Levaram-me para um lugar onde já se encontravam três caras da minha sala amarradas por um cardaço, acabei sendo incluído
Então, o cara do segundo ano que estava passando trote, pegou um palito de fósforo e quebrou para ficar bem pequeno e ae mandou eu colocar na boca e passar para os três caras da minha sala.
Entrei em desespero, não sabia o que fazer. No momento pensava em procurar alternativas para tentar escapar, mas meu nervosismo não me deixava pensar.
Resolvi colocar o maldito palito na boca, estava tremendo muito, tanto que às vezes não conseguia mantê-lo na boca. Enquanto isso, o cara do segundo ano ficava me pressionando o tempo todo para passar e os outros três caras da minha sala reclamavam pois não queriam aceitar este trote.
Percebi que estes três caras da minha sala estavam querendo me matar no momento, pois eu era o único que estava meio que concordando com aquele trote. Mal eu saberia que dentre estes três caras, um deles acabaria zuando-o mais para frente!
Fiquei aliviado quando este ultimo trote não foi realizado. Depois de terminado, acabei pegando o ônibus para ir de volta pra casa.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Introdução
Depois de muito tempo esperando, o professor entra na sala, pega o seu microfone e começa a explicar algumas coisas sobre o curso, de repente algumas pessoas invadem a sala de aula.Entrei em desespero, pois essas pessoas eram os alunos do segundo ano. Então previ que o pior estava para acontecer.
Os alunos do segundo ano começaram a pegar alguns meninos da sala para dar o famoso "trote" nos "bichos". Não teve como escapar, me levaram para fora da faculdade.
Lá fora, além de mim, estava mais três caras da minha sala, amarrados numa corda.Então, foi a partir desse momento que tudo começou.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Considerações Iniciais
É importante considerar que o personagem principal dessa história permitiu a divulgação de alguns fatos que serão relatados, permissão com algumas condições a serem cumpridas!
A história será relatada em primeira e terceira pessoa! e...., acho q é só!
