terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Análise por J.R

“O SEM NOÇÂO” (Capitulo escrito por J.R ou O sem noção)

Meu primeiro queria parabenizar o Jader e dizer q ele como um desocupado q é ta gastando o tempo dele de uma forma que entrete os outros (mesmo que por 5 minutos, que é o tempo que demoramos para ler um capitulo).

Antes de mais nada, queria também fazer um protesto contra um jogo japonês chamado UNO, onde o manual vem escrito em japonês e sempre quem ganhava era a professora de japonês ( a única que conseguia decifrar o manual. ps: sempre a seu favor). Esse jogo quem joguei 3 vezes, eu e o Renato ( normalmente os únicos sem descendência japonesa) percebemos muitos complôs entre os orientais para nos vencer. Deixando isso de lado vamos prosseguir.

Meu ser sem noção depende muito do grupo em que você está, as vezes coisas que consideraram sem noção nesse grupo foram coisas que sempre foram normais nos outros que sempre tive na minha vida.

Para mim o blog deveria se chamar “Os Sem Noções (menos o Jean)” . Se vocês acham que eu sou sem noção vou contar algumas coisas sem noção de Arthur, Jader, Renato e etc...

Jader – Pô meu vocês conhecem ele, + nunca viram ele jogando futebol sério eu acho, ninguém conhecia o cara direito ainda, jogo de pelada vocês sabem como é ninguém leva muito a sério. Menos ele. O jogo estava 1 a 1 e o Arthur estava com a bola e tentou uma jogada individual que não deu certo, o Jader começou a falar para o time todo “ Vocês não sabem jogar bola!!!!! Eu tenho noção de fundamento pelo menos, seu tocar, sei fazer o básico mais vocês nem isso sabem!!!!!”, cara depois eu sou sem. Analisem que ninguém conhecia ele direito ainda. Sem falar tudo que ele já disse que fez no Blog, como jogar vinho em mim, fazer eu ir de Bady a Rio Preto e voltar pra Bady a toa, sendo que ele ainda perguntou “onde você esta?” e eu disse “em Rio Preto” então ele simplesmente disse que eu tava mentindo e que não ia sair mais.

Renato – Meu o cara é muito louco, dirigindo o carro então nem se fala. Ele é outro sem noção. Um dia estávamos na faculdade, no meio da aula de português quando entrou um muleque lá, o Renato vira pra mim e me fala “Jean, Jean, você ta vendo aquele cara que entrou, ele é primo da minha ex-namorada, e ela me disse uma vez que ele bate nos ex namorados dela, qualquer coisa se ele vier pra cima e eu tiver apanhando você entra no meio ta”; eu achei que ia rolar um fight, terminou a o Renato deu uma carona pro cara na maior intimidade, levou o cara na casa da prima dele pois o cara estava chapado. Isso é ser sem noção também. Sem falar que ele deixou de falar com o grupo por um tempo por causa de um rolê meio chato que nós demos, e ainda parou de jogar bola porque o Arthur falou pra lê que ele joga mau. É ele com certeza tem um comportamento como diz o Jader “estranho” eu classifico como “comportamento sem noção”.

Artur – Meu imaginem essa história que vou contar agora. Era um menino que estava procurando uma menina pra ficar, ai ele achou uma menina que ele se interessou, ela disse pra ele que não tinha namorado nem nada que impedissem eles de serem felizes juntos, ai o Artur chegou pra esse menino que era amigo dele e falou “cara ela tem namorado, eu conheço o namorado dela” e o menino fala “cara se ela tiver namorado ela vai falar pra mim parar e não vai dar trela pra mim”, uma semana depois Artur marca de jogar bola com um grupo de amigos , e dentre eles está esse menino, Artur chega lá e dois caras encima de uma moto estão lhe esperando, ele troca uma idéia com os caras, e vai em direção ao menino (aquele que está afim da menina que o Artur disse que tinha namorado) e fala “aqueles caras estão ti chamando vai lá falar com eles, podi ir de boa que não é nada” então lá foi o menino. Chegando lá ele se depara com a seguinte cena – Dois cara, cada um deles segurando firme um capacete na mão, e com cara de quem comeu e não gostou – então ele escuta “você que é o talarico!!! Tu que ta querendo pega minha mina!! Tu abre seu olho em que se não agente te pega, ela já tem dono!!! Seu vacilão!” e os caras vão embora.

Moral da história: O Artur levou os 2 caras pra falar com o menino. Bom daí tirem suas Próprias conclusões sobre essa moral e sobre o que o Artur fez, só sei que pra mim ele deu vacilo, até porque eu era o menino.

Depois dessa vocês estão vendo que eu não sou nem um pouco sem noção perto dele né.

Mais um exemplo de como ele é sem noção: O Renato fala “Arthur passa o celular da sua namorada pra mim falar com ela sobre uma amiga dela que eu estou afim, uma resposta natural seria “sim, pega ai” ou “não nem rola”, mas a resposta do Artur foi “Pera mano deixa eu come primero depois você comi”... SENHORAS E SENHORES TIREM SUA PRÓPRIAS CONCLUSÕES SOBRE ESSE COMPORTAMENTO. Para mim um “comportamento sem noção”.

Tenho muita história pra contar ainda, e revelações a fazer nesse blog, mas o capitulo está muito extenso. Apenas quis mostrar um pouco nesse capitulo que eu não sou o sem noção e sim sou normal perto de muitos.

Apesar de tudo isso esse é meu grupo de amigos que fiz, considero todos eles de mais e eles sempre poderão contar comigo para tudo na medida do possível. Valeu e espero que gostem, infelizmente não tenho o mesmo talento do Jader pra escreve isso.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Considerações Finais

19 Capítulos contando todas as coisas que ocorreram em 2007. Todas as coisas de caráter sem noção.

Atualmente Jean Rafael esta fazendo faculdade em Santos e morando com a sua família em Praia Grande, teve uma idéia de se mudar para França, mas acho que já esta descartada. O restante do grupo continua na faculdade só que com uma diferença, tudo esta mais serio e sem graça.

Origem
Surgiu por uma simples brincadeira, realizada por mim. Teve o seu começo no MSN, com umas simples frases que davam seqüência a uma história, mas com pedidos de amigos e por minha vontade é que acabou virando um blog.

Objetivo
Simplesmente para zoar o Jean, já que o mesmo ficava nervoso e não levava na brincadeira. Ao passar do MSN para o Blog, tomou um rumo diferente e o objetivo foi descrever sobre a formação de um grupo de amigos, focando nas diferentes personalidades de cada integrante que foi um obstáculo para a convivência e aceitação de cada um. Principalmente expondo sobre um tipo de personalidade que contagiou o grupo, de ser "sem noção", representado pelo Jean.

Sem Noção
Porque "O SEM NOÇÃO"? Muitas pessoas me perguntaram sobre este título, querendo esclarecer a duvida de qual seria a relação deste título com a história. Quando coloquei o artigo "O" foi para especificar sobre alguém e este é Jean, um cara que representa melhor uma pessoa com todas atitudes fora do padrão "normal" para o nosso grupo, como ficar bêbado e usar algumas drogas, ser pai aos 18 e outras, consideradas por muitas coisas simples. Concordo com a análise de Jean, ao falar que não só ele como o restante do grupo tem uma atitude "sem noção" e por isso é que "O Sem noção" é a história de um grupo, representado por J.R.

Momentos
Teve algumas vezes que pensei em não terminar a história e acabar, mas com uma ajuda dos meus amigos é que decidi chegar até o final. Como também me divertia, lembrando de algumas cenas descritas nesta história, presenciar é mais engraçado do que algo escrito.

Quero agradecer a todos que postaram e acompanharam esta história, é muito gratificante para quem esta escrevendo receber elogios e vários comentários. Agradecimentos especiais a Camila que foi a pessoa quem mais comentou e para os meus amigos que fizeram parte dessa história.
Esta é uma história para relembrarmos das coisas engraçadas que ocorreram, um presente para todos.

Jader Yamamoto da Silva

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Capítulo 19

Porque o capítulo 19? Porque tem que ser o 19 e não no 20? A resposta é bem simples, 19 é o número da sorte, querem saber o porquê? leiam o livro "A Torre Negra" de Stephen King.
Dezembro de 2007.
Dezembro é o mês contraditório, yin yang, queijo e goiabada, Júpiter e Marte, passado e futuro e principalmente a Felicidade e a tristeza que são dois adjetivos que caracterizam melhor este mês.
Mês Feliz.
Muitas Festas como o Natal e o Reveillon é que deixam as pessoas mais felizes, ainda mais porque elas recebem o 13° salário. Natal é a época de ver as várias arvores de Natal iluminadas, de beber e ver a propaganda da Coca - Cola mostrando os ursos polares, de dar e receber presentes e reunir a família diante de uma mesa com as tradicionais comidas típicas e bebidas.
Reveillon é a ponte, a passagem de um ano para outro. Época de comemorar todas as conquistas e objetivos alcançados, de estar alegre para um novo começo e uma nova vida. Não diferentemente do natal, o Reveillon também significa reunir a família ou os seus amigos para fazer a contagem regressiva com champagne e ver a explosão dos fogos nos quais anunciam a chegada do próximo ano.
Mês Triste.
A despedida e as lembranças são as únicas coisas que tornam Dezembro um mês triste. Despedida ou o adeus de todas as coisas que foram realizadas e presenciadas durante os doze meses. O adeus para os cursos concluídos e para o primeiro ano de faculdade, mas esse adeus se torna mais triste quando envolvem pessoas, principalmente amigos que estiveram nos momentos mais engraçados da sua vida e que se tornarão lembranças após a sua partida, para uma nova fase, em outro lugar. Este momento tinha chegado.

Depois do Churrasco ocorrido em minha casa, estava de volta a velha rotina da faculdade, mas desta vez não tinha aulas teóricas e sim provas, era a semana das provas finais. Um momento decisivo na vida de todas as pessoas, pois são estas provas que poderão dar um final feliz ou triste deste ano. O meu final, ainda bem, foi feliz e o que me restava era não voltar para a faculdade por um bom tempo. Mas este final não foi feliz para todos, Arthur, Renato J.R ficaram de exame e isto significava mais um tempo para J.R ficar em Rio Preto, antes da sua partida.
As saídas foram, digamos, normais, foram poucas vezes que o grupo pode sair, já que após o namoro de Arthur, este só ficava com a sua namorada. Os fatos mais relevantes dessas saídas foram que Arthur sofreu um acidente de moto no momento em que chegava no local onde o pessoal estava e o outro foi a vingança de Jean, após dar um "toco" na menina no qual tinha dado o "toco" nele no churrasco. Isto acontecimento foi o ultimo encontro do pessoal, sem a presença de C.A, antes de Jean voltar para a cidade da sua mãe.

Dia 14 de Dezembro de 2007. Horário de partida - 22:30min.
20:00h. Tinha começado a festa de encerramento do Japonês. Sim, eu faço japonês desde os meus 14 anos. A festa consistia em várias apresentações dos alunos da escola e eu, além de ler um texto, também era o apresentador ,em japonês, do evento.
21:30min. Tinha dado o tempo de intervalo, antes de começar a segunda parte das apresentações. No intervalo, os alunos, pais e as outras pessoas presentes, comiam e bebiam todo o tipo de degustação que cada um levava. Enquanto eu comia, numa mesa com os meus amigos, eu só pensava se daria tempo de ir até a rodoviária para despedir de J.R e numa atitude desesperada, já percebendo que não daria tempo, liguei no seu celular e despedi.
22:15min. "Arigato Gosaimashita” (Muito Obrigado), após a apresentadora ter pronunciado estas palavras no momento em que acabava de ler o meu texto, fui avisar a minha professora que tinha que ir embora e assim sai correndo para a rodoviária, já que esta ficava perto do local onde me encontrava. Faltava pouco tempo.
Correndo, correndo e correndo o mais rápido possível e durante esta corrida, fui lembrando dos acontecimentos "sem noção" em que "o sem noção" tinha feito durante este ano com o grupo. Lembrando do dia em que ele foi zoado pela classe, após ter entrado com a camiseta baby-look do curso; do dia em que ficou bêbado quando o grupo saiu pela primeira vez ; do dia em que joguei um pouco de vinho em sua camiseta e quase ele me bateu e dos outros dias que eu ficava zoando. Todos os momentos que o grupo aproveitou, as diversões, confusões e até as coisas chatas que ocorreram, estavam se despedindo junto com um dos integrantes do grupo. Jean Rafael, "o sem noção", estava indo embora e não teriam mais assuntos sem noções e nem a pessoa para poder zoar.
22:25 min. Cheguei na Rodoviária, cansado e ofegante, já que eu era sedentário e vi o ônibus que levaria J.R para a Praia Grande, mas J.R não tinha chegado. Enquanto ele não chegava, fiquei lembrando das vezes, em que pegava este ônibus com os meus amigos da escola, para passarmos as férias na praia. Bons tempos. J.R tinha chegado, a sua reação foi de surpresa, já que não esperava me encontrar e então foram 5 min de conversa, antes de eu ir embora.
22:30 min.
- Ou já vou indo, Boa Viagem - disse a J.R
- Valeu cara, flw.
O "Flw", não foram as suas ultimas palavras, mas sim J.R me respondeu quando perguntei se ele viria passar as férias aqui:
- Sim, eu venho!

E tudo volta a ser diferente, um novo recomeço.
“Talvez as pessoas sejam como as esferas do dragão, do desenho "Dragon Ball Z ", são reunidas para realizar um desejo e depois se espalham para cada lado, sendo novamente reunidas em algum tempo.
"
Talvez uma cena ao lado da estrada nos leve ao passado
Lá não há nada informando onde estaremos em um dia ou em uma semana
E não há promessas de paz ou felicidade.
"Talvez a vida seja uma canção, mas você está assustado para cantá-la mais
Até o final.” ( Patrick Park - Life is Song).

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Capítulo 18

Musica alta, tocando a vários estilos musicais, desde rock até sertanejo, comida, bebida e varias pessoas conversando com seus respectivos grupos. O churrasco estava legal, mas nem tanto.
- Jader, você pode... - Jader, onde que é... - Jader, coloca isto...
Vocês pensam que eu fiquei parado, curtindo a festa? Não, estava o tempo todo fazendo alguma coisa e dando a atenção para a maioria das pessoas, afinal o dono da casa era eu. Quando restava um tempo livre para aproveitar o churrasco, eu tentava conversar com todos os meus amigos que estavam presentes e assim foi uma forma que encontrei para dar atenção a todos. Não foi muito fácil, já que algumas pessoas estavam isoladas ou em grupos e então comecei por um casal, isolados, do pessoal.

Arthur.
É, este cara começou a namorar e no churrasco tinha levado a sua namorada e foi nesse dia que todos a conheceram, só a sua imagem pois os dois ficaram isolados em um canto. Medo das pessoas? Não sei, mas eu fui conversar com os dois e ela me pareceu uma pessoa simpática. Arthur é o cara que se acha o "corajoso", mas que tem medo de algumas coisas. Medo do que?. De levar trote, já que foi o único da classe que não compareceu nas duas primeiras semanas de aula, a única pessoa que não ficou com o cabelo raspado. Além disso, quando o conheci melhor, percebi que é uma pessoa esforçada, trabalhador e tem o seu estilo "mano" de ser. Era o cara que organizava as saídas nos finais de semana que, as vezes, eram estranhas.

Carlos Alexandre.
C.A para os amigos, já que "Carlos Alexandre" é nome de novela mexicana. C.A foi um dos que fizeram amizades ,facilmente, com os meus outros amigos, tanto que no churrasco já estava conversando com alguns. A primeira vez que eu o vi, foi no primeiro dia de aula, no intervalo, o povo tava dando trote e presenciei o momento em que os veteranos tinham pegado-o, quem diria que ficaríamos amigos. CDF, pois é estudioso e muito organizado com o seu material de estudo e é engraçado com os seus comentários sarcásticos.

Jean Rafael
No churrasco ele veio conversar comigo depois de ter tomado muitas latinhas de cerveja. A conversa foi sobre uma menina da festa que estava interessado e então ele me pediu para falar com ela e assim ver se toparia ficar com ele. "Toco", segundo seguido, já que na festa de peão ele tinha levado também e depois de levar este "toco", ficou emburrado e se isolou da festa. Na verdade ele queria ter ficado com outra menina, quem? Eis o mistério.
J.R ou "O sem noção", é um cara muito sem noção, não tendo outro adjetivo para qualificá-lo, mas por ser assim é que torna-o muito engraçado e diferente, sendo motivo de assunto todos os dias. Beber, fumar, estudar 2 horas antes da prova, ser pai aos 18, nervoso, engraçado com as coisas que faz, foram os principais motivos de uma criação de um blog.

Renato
Não diferentemente de Jean, ele também já tinha bebido algumas latinhas de cerveja mas com uma diferença de Jean, estava feliz e bastante animado com o churrasco. Foi a única pessoa que conseguiu conversar com todos que estavam no churrasco, sendo "o cara" da festa. "O cara da festa" que trouxe o seu computador com as musicas para animar o churrasco, trouxe as bebidas e interagiu com toda a galera.
A risada do Renato é muito engraçada, faz todos rirem junto e ao lado de Jean consegue aprontar alguma coisa fora do normal, só que com certa noção. Além disso, não perdem a oportunidade de zuar os seus amigos.

Gustavo
O irmão do Arthur, sendo os dois totalmente diferentes um dos outros. Quem é o adotado? Incrível que são irmãos de sangue do mesmo pai e mãe. Gustavo é diferente, pois é mais engaçado que o seu irmão, fazendo várias piadas, aquelas que fazem qualquer pessoa dar risada. Um fato interessante é que durante as saídas em que esteve presente, descobri o cara magrelo, mas que come como um gordo de 10okg, não sei se é lombriga, mas come pra caramba. A única coisa que faz de Gustavo ser irmão de Arthur é que ambos são "galos de briga", qualquer coisa já querem resolver dando uma porrada em alguém. "Stalon Brothers".

Durante o churrasco, foram com essas pessoas que fiquei conversando, ou seja, o meu grupo da faculdade. No final, já não agüentava mais, eu estava muito cansado e com sono. Balanço final da festa é que o lado bom é reunir os amigos e fazer todos se sentirem bem, num clima amistoso e o lado ruim é que o dono da festa não aproveita tanto quanto os convidados. E esta foi a festa que antecedeu o final da faculdade, das saídas divertidas com todo o pessoal. O fim não esta aqui, o fim está próximo.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Capítulo 17

Vários grupos de amigos reunidos em uma noite, da certo? As chamadas "panelinhas" serão quebradas? Existirá uma interação com as pessoas desses grupos?

Depois daquela dupla festa na cidade de J.R, retornava-me para a tradicional rotina de aulas na faculdade. O final se aproximava e as férias de verão estavam chegando, mas antes era preciso estudar, estudar e estudar para conseguir esse privilégio. O final das aulas significava o fim de J.R em Rio Preto, mas ainda tinha alguns dias para se divertir com o grupo e também para zuá-lo antes da sua partida.
Na classe, especificamente na aula de português, eis que surge uma oportunidade para zuá-lo. A professora pediu para que cada aluno fosse lendo partes de um texto, foi quando me lembrei de uma coisa que fazia com um dos meus amigos de escola e resolvi fazer isto com J.R. A zuação consistia no seguinte, quando chegava à vez de um amigo meu ler ou apresentar alguma coisa, eu ficava dando risadas até a pessoa ficar sem graça. Foi exatamente isto que aconteceu com J.R, eu sentava próxima a certeira dele e só ficava dando risadas, principalmente quando ele não conseguia ler direito algumas palavras. Ele acabou se vingando no momento em que chegou a minha vez de ler o texto e acabei ficando sem graça. "Tentem fazer isto com o seu amigo!".
Além de ficar zuando os amigos, eu pensava em uma frase.
- Vocês são muito desunidos!. "Lembram desta frase?" (Capítulo 12)
Após J.R ter dito essas palavras, fiquei pensando em fazer alguma coisa para reunir todos os meus amigos. Churrasco na minha casa. Pensei que seria fácil, mas não foi.
Organizar um churrasco é muito cansativo, pois o organizador é responsável por todas as coisas, desde o rolo de papel higiênico até as carnes e tudo isto exige um trabalho manual e mental, conseqüentemente requer bastante disposição e energia. Estes dois tipos de trabalho foram: limpar a casa, comprar todas as coisas necessárias, convidar os amigos e outras coisas. Tudo estava concluído, só aguardava a chegada dos convidados.

Os convidados foram chegando aos poucos e a minha casa foi ficando lotada. Estava perdido, não sabia para quem dar atenção e com a chegada do pessoal surgiriam coisas a fazer. Eu já estava ficando exausto.
Camila, Anny, Miki, Ismael, Jezreel e Wesley. Todos estas pessoas fazem parte do meu grupo de amigos, japonêses, pois a maioria era descendente. Quando nos reuníamos, sempre tínhamos que jogar baralho e assim nos divertíamos.
Fernando, Felipe e Rafael. Esses três caras eu os conheço há muito tempo, considero como os meus irmãos, pois posso contar com a ajuda de todos e também pelas palhaçadas que cada um consegue fazer a todos darem risadas, sendo o meu grupo da escola.
Todos foram chegando e se acomodando, alguns já se conheciam e outros não. As rodinhas foram se formando, mas ninguém tentou conversar com outra pessoa que não conhecia, exceto uma pessoa.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Capítulo 16

J.R e seus dois amigos, essas foram as três pessoas que encontrei no meio do caminho e com isso fiquei mais aliviado.
Já na sua casa, entrei direto no seu quarto e peguei a minha mochila. Vocês devem estar perguntando, "o que tem nessa mochila?" Porque ele levou esta mochila?". Tinha levado a minha mochila porque tive que levar algumas roupas de sair e dormir, já que a festa do peão começaria bem tarde e então tinha que dormir na casa de J.R.
- cara, se ja ta indo embora? você não vai ficar para a festa de peão? Perguntou Jean ao me ver com a mochila.
- não, tenho que ir. Você tem os horários do ônibus?
- tenho, espera que eu vou pegar.
Eu estava vendo os horários e aquele dia, definitivamente, não era o meu dia de sorte, pois o próximo ônibus para Rio Preto demoraria uma hora para chegar no terminal de Bady Bassit e assim tive que esperar mais um tempo na casa de J.R. "É nessas horas que a carta de motorista fazia falta!".
Nesse tempo de espera, Jean, já com uma cara de sono, resolveu tomar o café da tarde. Nesse café da tarde tinha bastantes coisas como, bolachas, biscoitos, pães, queijo, cheder, batata palha e leite com Nesquick. "Nesquick?”Exatamente, quando fiquei sabendo que J.R gostava disso em vez do tradicional achocololatado, dei muitas risadas, afinal a maioria das pessoas que tomam isso com leite são as crianças. Mesmo assim, resolvi comer alguns biscoitos e tomar leite com Nesquick, apesar de preferir o gosto do chocolate a o morango. Eram tantas coisas para comer e beber que percebia o porquê de J.R ser um pouco gordo.
Enquanto estávamos comendo, ficamos conversando e discutindo sobre as coisas que tinham ocorrido durante o churrasco e após.
- ou cara, porquê você vai embora? Fica ai. - Perguntou J.R
-Depois dessa festa, ficar? nem pensar! - respondi
- O que tem a festa? tava legal!
- pra você, que já estava bêbado e que conhecia as pessoas. Agora pra mim, estava uma bosta, acabei ficando isolado e sem contar que fiquei perdido na cidade por causa da sua explicação de bêbado!
- ah cara, eu aproveitei bastante, afinal eu bebi e comi muito!
- oh, isso que é aproveitar hein!
Depois da minha fala, irônica, ficou um silêncio na cozinha que só foi quebrado por uma voz feminina com um sotaque francês. Era a Tia de J.R.
- Jean como foi a festa?
- tava bom!
- e ai vocês vão na festa do peão?
- o Jader não vai, ele esta indo embora.
- você já ta indo emborra? não, fica para posa aqui e estou fazendo a janta e já já esta porronto!
O Ônibus iria demorar, estava chovendo, quase escurecendo, o cheiro bom da comida e por mais que estivesse nervoso não deixaria de conhecer a festa do peão. Resolvi ficar.
Depois de tomar o café da tarde, J.R ficou no computador, enquanto eu fiquei vendo algumas fotos que estavam na sala. Fotos da família, de quando o Jean era pequeno. "Jean pequeno, como será que ele era?" Simplesmente um menino porpeta, baixinho e gordinho. Também vi fotos do seu pai e achei que Jean se parecia muito com ele, bem polonês.
Após J.R ter acabado de jogar um jogo de RPG pela net, usei um pouco o seu computador e entrei no MSN. Estavam online C.A e Arthur, os dois já foram me perguntando se estava me divertindo em Bady e todas as minhas respostas foram falando mal de Jean.
Estava no computador e J.R veio me chamar para comermos lanche, aceitei e até tinha esquecido sobre a janta que a Tia dele estava fazendo. Durante o caminho, Jean foi apresentando alguns lugares e chegando lá estava o Renato e seu primo, conversas sobre o churrasco e a festa de peão, local onde Renato não iria.
Sobre a festa do peão, não foi muito legal porque J.R estava com muito sono e só ficamos dando algumas voltas. No final da festa, Jean falou:
- cara, você vai nessa que eu vou naquela! Quando eu vi a menina, era uma gorda e de imediato fiquei parado, já a do J.R era bonitinha mas ele acabou levando um toco.
Quando voltamos para a sua casa, presenciei uma cena triste. A mesa estava com os pratos, garfos, facas e copos mas não tinha ninguém. Fiquei com dó de sua Tia e concerteza aquela comida devia estar boa. Antes de dormir, comemos alguns biscoitos e leite com Nesquick e fomos jogar CS, J.R acabou ganhando. "Também camper".

O celular tocou, acordei, era Renato falando que passaria para me pegar. Peguei as minhas coisas e fui conhecer a casa, suas irmãs e as cachorras do Renato e depois ele me levou para casa.
Apesar de terem ocorrido muitas coisas que me deixaram nervoso, acabou sendo um dia diferente e legal por ter conhecido a cidade do “sem noção”.

Agradeço a Família de J.R (primo, tio e tia) pela recepção.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Capítulo 15

- Jean, vou embora.
- mas já? você não vai ficar para a festa do peão?
- não.
- ou, vou ficar mais um pouco aqui!
- serio? então como eu faço para pegar as minhas coisas na sua casa?
-eu explico o caminho de casa. Você vai pegar essa rua......
Depois da explicação de J.R, Jader saiu do churrasco e foi andando perdidamente, sobre as ruas de Bady Bassit.
Algumas horas antes.

Entrei no carro, a pessoa que estava ao lado de J.R, no volante, era o seu primo que aparentava ser mais velho e assim fomos em direção à casa de Jean. No caminho, fui conhecendo cada parte da pequena cidade chamada Bady Bassit, a praça central com a sua igreja, a tranqüilidade e as outras características que me fizeram lembrar da minha cidade, onde vivi os melhores momentos da minha infância.
A casa de J.R era simples, logo na entrada estavam três pessoas sentadas na sala sendo duas meninas e um menino, comprimentei-os e depois deixei a minha mochila no quarto de J.R. Tinha voltado para sala e tentei me enturmar com o pessoal, mas eu sou péssimo e fiquei só ouvindo as conversas e dando risadas de alguma coisa. Durante a conversa, estava olhando para as pessoas que se encontravam na cozinha, especialmente para uma das mulheres que me chamou mais atenção por ser mais bonita: belos peitos, bunda grande e olhos verdes. Esta era a prima de J.R e a outra era a sua Tia.
Depois de passado alguns minutos, fomos para o churrasco na casa da amiga de J.R e chegando lá tive uma decepção. Quando entrei na casa, não tinha muitas pessoas, principalmente mulheres, o povo que estava na festa era mais velho e para piorar a maioria cursava medicina veterinária, ou seja, peão (botas, fivelas) e musicas sertaneja. Então, tive que aproveitar o chopp, carne, pão e o molho.
1, 2 , 3 , 4, 5 copos de choop e conversar com J.R e seus amigos mas nada que faça me enturmar com o pessoal, também porque eu só dava aquelas risadas e falava muito pouco. Eu já estava ficando meio zonzo e parei com o choop e fui tomando refrigerante, já J.R foi tomando até ficar um pouco bêbado.
Musicam sertanejas, isolado, amigo bêbado e barriga cheia, já era hora de ir embora, mas resolvi ficar mais um pouco para J.R aproveitar mais. Duas horas tinham se passado e decidi chamar J.R para irmos embora, só que ele não queria ir e então comecei a ficar nervoso. "Como pegaria a minha mochila na casa dele?” ·

Quando ele começou a explicar o caminho para chegar em sua casa, fiquei muito nervoso e a minha vontade foi de dar uns murros em sua cara.”Meus caros leitores, como vocês ficariam se um amigo seu, já bêbado, explica-se o caminho em uma cidade que você nem conhece?". Eu ouvi várias vezes às explicações e fui andando rumo a sua casa.
Estava muito nervoso, não tinha conseguido entender direito a sua explicação e pensava em muitas coisas, "onde será que o Renato mora?, aonde eu vou agora". Cheguei até certo ponto e percebi que estava perdido. Não tinha crédito no meu celular, eu vi varias pessoas e até um policial, pensei em pedir ajuda mas só ficou no pensamento. Também tinha visto o primo de J.R passando com o carro mas ele não me viu. "E agora, o que eu faço?".
A única coisa a fazer, era voltar para o churrasco. Estava voltando quando vi três pessoas.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Capítulo 14

Você já levou um "bolo" de alguém? Qual foi a sensação? Posso dizer que é horrível compartilhar o vazio e ao mesmo tempo a esperança de que eles poderiam aparecer.
Não sei se foram essas sensações que J.R sentiu, mas quando eu levei o meu primeiro "bolo" tive exatamente esses sentimentos, além da raiva. Este ultimo, era a sensação que J.R estava sentindo, não só por mim, mas por todos do grupo.
Estava me sentindo culpado, mas naquele dia não queria sair porque os tipos dos lugares, em que o grupo costumava frequentar, eram os mesmos e por isso as saídas estavam tornando-se enjoativas.
"Será que não teria um lugar mais animado e diferente? Uma festa?". Poderia ser qualquer lugar, menos barzinho e boliche.

Já na sala de aula, após ter passado o incidente ocorrido no final de semana, J.R parecia não estar com tanta raiva do pessoal, é claro que não deixou de reclamar sobre o "bolo" que levou do grupo, mas estava conversando normalmente com todos. Também não acreditaria na possibilidade de J.R parar de conversar com o grupo, pois eram as únicas pessoas da classe que tinha mais amizade e pelo fato de ficar, novamente, isolado na classe.
No intervalo, J.R tinha convidado para tomar cerveja num bar próximo a faculdade, mas só que todos recusaram. ("Às 10h da manhã, tomar cerveja?") Então, ele decidiu ir sozinho. Fiquei pensando se ele exageraria na bebida, mas isto não ocorreu, desta vez ele não deu uma de “o sem noção".
Além deste convite, anormal, J.R também convidou o pessoal para ir a uma festa que aconteceria em sua cidade (Bady Bassit). Uma dupla festa em um único dia. A primeira, seria um churrasco que aconteceria na casa de uma amiga do J.R e já a segunda, seria uma festa de peão que está tendo em Bady Bassit. De qualquer jeito iria nessas festas, mesmo se o restante do grupo não fosse. E foi que acabou acontecendo.

Acordei, tinha chegado o dia das festas. Estava ansioso e ao mesmo tempo um pouco com receio, pois sou um cara que tenho "medo das pessoas", quando tem muita gente parece que todas estão te olhando e avaliando, “mania de perseguição”. Mas além disso, estava curioso para saber como seriam essas festas.
O dia estava nublado, frio e estava preste a chover, isto não era nada animador, pois com um tempo desses da vontade de ficar em casa. Mas já estava decidido, eu iria de qualquer jeito.
Estava na rodoviária, o ônibus tinha chegado, mandei uma mensagem do celular, para J.R me esperar na rodoviária de Bady Bassit e assim parti rumo a pequena cidade de J.R ouvindo o meu MP3.
Chegando lá, encontrava-me na rodoviária de Bady, olhava ao redor para ver J.R e nada, foi quando pude vê-lo dentro de um carro com uma outra pessoa ao seu lado.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Capítulo 13

As aulas da faculdade já estavam terminando e as provas finais já se aproximavam, isto significava que a maior parte do tempo era dedicada aos estudos mas as saídas aos finais de semana com o grupo continuariam, consequentemente as atitudes sem noções também. Só que desta vez o sem noção não seria J.R.

As saídas foram se tornando enjoativas e repetitivas, sempre nos mesmos lugares (bar e boliche) calmos e isso foi me desanimando. Uma dessas saídas repetitivas foi ao Boliche, só que desta vez não teve discussões e vinho frisante, mas sim havia mais uma pessoa que eu tinha convidado, Renato não estava presente e um acontecimento engraçado e ao mesmo tempo nojento que ocorreu neste dia.
A pessoa que tinha convidado era uma amiga minha, simpática e divertida que por um determinado tempo pode presenciar algumas saídas, das quais o grupo realizou durante esse ano.
O acontecimento engraçado e nojento é que depois do Boliche fomos jogar baralho em casa e durante as partidas alguém resolveu ,simplesmente, mijar nas laterais do vaso sanitário e assim não acertando o buraco gigante. A pessoa que conseguiu realizar este feito, foi nada mais e nada menos que o J.R e o idiota que limpou o mijo fui eu. O que fico perguntando é, Porque J.R não limpou seu próprio mijo? Isto foi para me sacanear?...

Alguns dias tinham se passado depois deste ultimo acontecimento, encontrava-me na casa da minha amiga (a que estava no dia do boliche) e já estava indo embora quando fui convidado para comemorar um aniversário de seu primo, então decidi ficar para comer um pedaço de bolo.
A conversa foi interrompida pelo barulho do meu celular. Era J.R chamando-me para ir a um barzinho com o resto do grupo, aceitei e assim voltei para casa.
Chegando em casa, estava desanimado, não queria mais sair para lugar algum. Liguei para o pessoal do grupo para tentar desmarcar e assim Renato, C.A e Arthur tinham aceitado não sair. Só faltava ligar para J.R.
- Jean onde você esta? - perguntou Jader
- estou na Cachaçaria (barzinho de Rio Preto)
- Serio? (diga que não está)
- Sim, porquê?
- não estou ouvindo nenhum barulho. Então, o pessoal decidiu nem ir mais!
- Puta, vocês são fodas, vim de ônibus e agora vou ter que voltar (de R.P até Bady Bassit), nunca mais vou sair com vocês!. Desligou o celular.
Desta vez o sem noção não foi J.R e sim eu, por ter deixado de comer bolo da festa de aniversário e por ter dado um "bolo" em J.R

domingo, 6 de janeiro de 2008

Capítulo 12

Após ter terminado a confusão e o passeio, fui para casa e resolvi entrar na Internet, mais precisamente no MSN para ver se J.R estaria online. Ele estava online, mas este status mudaria para offline, somente para mim.

- Vocês são muito desunidos!.

Após esta fala de J.R, fiquei curioso para saber o "porquê" desta afirmação. A explicação foi verdadeira e realmente ele estava certo, principalmente em relação a mim, pois não consigo e nunca tentei sair com todos os meus amigos. Preferia assim, já que acho difícil relacionar os meus grupos de amigos (escola, "faculdade", japoneses) com todos.
O grupo da escola e dos japoneses, considerava todos como os meus amigos pelo fato de conhecerem a muitos anos, principalmente os meus amigos da escola . Já o grupo da faculdade, eram somente os meus colegas, pois não conhecia muito bem o pessoal. Então não poderia fazer certos tipos de brincadeira e zuações com o pessoal da faculdade, coisas que posso fazer com os outros dois grupos.
Para J.R foi chato ter ouvido aquele "não", mas essa minha resposta teve uma explicação, na qual acabo de citar acima. Além de J.R ter ficado chateado com isso, eu ficava provocando-o, uma dessas provocações foi ter jogado um pouco de vinho em sua camiseta. Isso foi um pouco o efeito do próprio vinho que tinha bebido, mas nem eu e nem ele estávamos bêbados, eu só estava alegre demais.

Tinha entrado no MSN, J.R estava online, era a oportunidade para me desculpar das minhas atitudes e de explicar os motivos de não ser o seu amigo. Fui conversar com ele, simplesmente falou umas três frases e me bloqueou no MSN. Tinha ficado chateado e ao mesmo tempo me sentia culpado por tudo aquilo que tinha feito.
Esta situação permaneceu por uns três dias, terminou quando J.R me desbloqueou do MSN e a confusão pôde ser explicada. Só fiquei surpreso ao saber que J.R tinha fingido ou encenado todo aquela situação(bloquear no MSN, partir para briga..). Não sei se foi uma forma de me zuar, mas se foi ele conseguiu. A única coisa que J.R tinha ficado chateado, foi a minha resposta: o “não”, do resto ele interpretou fazendo o papel da vítima.

De colegas para amigos, foi assim que com o tempo passei a considerar todos do grupo da faculdade.