terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Análise por J.R

“O SEM NOÇÂO” (Capitulo escrito por J.R ou O sem noção)

Meu primeiro queria parabenizar o Jader e dizer q ele como um desocupado q é ta gastando o tempo dele de uma forma que entrete os outros (mesmo que por 5 minutos, que é o tempo que demoramos para ler um capitulo).

Antes de mais nada, queria também fazer um protesto contra um jogo japonês chamado UNO, onde o manual vem escrito em japonês e sempre quem ganhava era a professora de japonês ( a única que conseguia decifrar o manual. ps: sempre a seu favor). Esse jogo quem joguei 3 vezes, eu e o Renato ( normalmente os únicos sem descendência japonesa) percebemos muitos complôs entre os orientais para nos vencer. Deixando isso de lado vamos prosseguir.

Meu ser sem noção depende muito do grupo em que você está, as vezes coisas que consideraram sem noção nesse grupo foram coisas que sempre foram normais nos outros que sempre tive na minha vida.

Para mim o blog deveria se chamar “Os Sem Noções (menos o Jean)” . Se vocês acham que eu sou sem noção vou contar algumas coisas sem noção de Arthur, Jader, Renato e etc...

Jader – Pô meu vocês conhecem ele, + nunca viram ele jogando futebol sério eu acho, ninguém conhecia o cara direito ainda, jogo de pelada vocês sabem como é ninguém leva muito a sério. Menos ele. O jogo estava 1 a 1 e o Arthur estava com a bola e tentou uma jogada individual que não deu certo, o Jader começou a falar para o time todo “ Vocês não sabem jogar bola!!!!! Eu tenho noção de fundamento pelo menos, seu tocar, sei fazer o básico mais vocês nem isso sabem!!!!!”, cara depois eu sou sem. Analisem que ninguém conhecia ele direito ainda. Sem falar tudo que ele já disse que fez no Blog, como jogar vinho em mim, fazer eu ir de Bady a Rio Preto e voltar pra Bady a toa, sendo que ele ainda perguntou “onde você esta?” e eu disse “em Rio Preto” então ele simplesmente disse que eu tava mentindo e que não ia sair mais.

Renato – Meu o cara é muito louco, dirigindo o carro então nem se fala. Ele é outro sem noção. Um dia estávamos na faculdade, no meio da aula de português quando entrou um muleque lá, o Renato vira pra mim e me fala “Jean, Jean, você ta vendo aquele cara que entrou, ele é primo da minha ex-namorada, e ela me disse uma vez que ele bate nos ex namorados dela, qualquer coisa se ele vier pra cima e eu tiver apanhando você entra no meio ta”; eu achei que ia rolar um fight, terminou a o Renato deu uma carona pro cara na maior intimidade, levou o cara na casa da prima dele pois o cara estava chapado. Isso é ser sem noção também. Sem falar que ele deixou de falar com o grupo por um tempo por causa de um rolê meio chato que nós demos, e ainda parou de jogar bola porque o Arthur falou pra lê que ele joga mau. É ele com certeza tem um comportamento como diz o Jader “estranho” eu classifico como “comportamento sem noção”.

Artur – Meu imaginem essa história que vou contar agora. Era um menino que estava procurando uma menina pra ficar, ai ele achou uma menina que ele se interessou, ela disse pra ele que não tinha namorado nem nada que impedissem eles de serem felizes juntos, ai o Artur chegou pra esse menino que era amigo dele e falou “cara ela tem namorado, eu conheço o namorado dela” e o menino fala “cara se ela tiver namorado ela vai falar pra mim parar e não vai dar trela pra mim”, uma semana depois Artur marca de jogar bola com um grupo de amigos , e dentre eles está esse menino, Artur chega lá e dois caras encima de uma moto estão lhe esperando, ele troca uma idéia com os caras, e vai em direção ao menino (aquele que está afim da menina que o Artur disse que tinha namorado) e fala “aqueles caras estão ti chamando vai lá falar com eles, podi ir de boa que não é nada” então lá foi o menino. Chegando lá ele se depara com a seguinte cena – Dois cara, cada um deles segurando firme um capacete na mão, e com cara de quem comeu e não gostou – então ele escuta “você que é o talarico!!! Tu que ta querendo pega minha mina!! Tu abre seu olho em que se não agente te pega, ela já tem dono!!! Seu vacilão!” e os caras vão embora.

Moral da história: O Artur levou os 2 caras pra falar com o menino. Bom daí tirem suas Próprias conclusões sobre essa moral e sobre o que o Artur fez, só sei que pra mim ele deu vacilo, até porque eu era o menino.

Depois dessa vocês estão vendo que eu não sou nem um pouco sem noção perto dele né.

Mais um exemplo de como ele é sem noção: O Renato fala “Arthur passa o celular da sua namorada pra mim falar com ela sobre uma amiga dela que eu estou afim, uma resposta natural seria “sim, pega ai” ou “não nem rola”, mas a resposta do Artur foi “Pera mano deixa eu come primero depois você comi”... SENHORAS E SENHORES TIREM SUA PRÓPRIAS CONCLUSÕES SOBRE ESSE COMPORTAMENTO. Para mim um “comportamento sem noção”.

Tenho muita história pra contar ainda, e revelações a fazer nesse blog, mas o capitulo está muito extenso. Apenas quis mostrar um pouco nesse capitulo que eu não sou o sem noção e sim sou normal perto de muitos.

Apesar de tudo isso esse é meu grupo de amigos que fiz, considero todos eles de mais e eles sempre poderão contar comigo para tudo na medida do possível. Valeu e espero que gostem, infelizmente não tenho o mesmo talento do Jader pra escreve isso.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Considerações Finais

19 Capítulos contando todas as coisas que ocorreram em 2007. Todas as coisas de caráter sem noção.

Atualmente Jean Rafael esta fazendo faculdade em Santos e morando com a sua família em Praia Grande, teve uma idéia de se mudar para França, mas acho que já esta descartada. O restante do grupo continua na faculdade só que com uma diferença, tudo esta mais serio e sem graça.

Origem
Surgiu por uma simples brincadeira, realizada por mim. Teve o seu começo no MSN, com umas simples frases que davam seqüência a uma história, mas com pedidos de amigos e por minha vontade é que acabou virando um blog.

Objetivo
Simplesmente para zoar o Jean, já que o mesmo ficava nervoso e não levava na brincadeira. Ao passar do MSN para o Blog, tomou um rumo diferente e o objetivo foi descrever sobre a formação de um grupo de amigos, focando nas diferentes personalidades de cada integrante que foi um obstáculo para a convivência e aceitação de cada um. Principalmente expondo sobre um tipo de personalidade que contagiou o grupo, de ser "sem noção", representado pelo Jean.

Sem Noção
Porque "O SEM NOÇÃO"? Muitas pessoas me perguntaram sobre este título, querendo esclarecer a duvida de qual seria a relação deste título com a história. Quando coloquei o artigo "O" foi para especificar sobre alguém e este é Jean, um cara que representa melhor uma pessoa com todas atitudes fora do padrão "normal" para o nosso grupo, como ficar bêbado e usar algumas drogas, ser pai aos 18 e outras, consideradas por muitas coisas simples. Concordo com a análise de Jean, ao falar que não só ele como o restante do grupo tem uma atitude "sem noção" e por isso é que "O Sem noção" é a história de um grupo, representado por J.R.

Momentos
Teve algumas vezes que pensei em não terminar a história e acabar, mas com uma ajuda dos meus amigos é que decidi chegar até o final. Como também me divertia, lembrando de algumas cenas descritas nesta história, presenciar é mais engraçado do que algo escrito.

Quero agradecer a todos que postaram e acompanharam esta história, é muito gratificante para quem esta escrevendo receber elogios e vários comentários. Agradecimentos especiais a Camila que foi a pessoa quem mais comentou e para os meus amigos que fizeram parte dessa história.
Esta é uma história para relembrarmos das coisas engraçadas que ocorreram, um presente para todos.

Jader Yamamoto da Silva

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Capítulo 19

Porque o capítulo 19? Porque tem que ser o 19 e não no 20? A resposta é bem simples, 19 é o número da sorte, querem saber o porquê? leiam o livro "A Torre Negra" de Stephen King.
Dezembro de 2007.
Dezembro é o mês contraditório, yin yang, queijo e goiabada, Júpiter e Marte, passado e futuro e principalmente a Felicidade e a tristeza que são dois adjetivos que caracterizam melhor este mês.
Mês Feliz.
Muitas Festas como o Natal e o Reveillon é que deixam as pessoas mais felizes, ainda mais porque elas recebem o 13° salário. Natal é a época de ver as várias arvores de Natal iluminadas, de beber e ver a propaganda da Coca - Cola mostrando os ursos polares, de dar e receber presentes e reunir a família diante de uma mesa com as tradicionais comidas típicas e bebidas.
Reveillon é a ponte, a passagem de um ano para outro. Época de comemorar todas as conquistas e objetivos alcançados, de estar alegre para um novo começo e uma nova vida. Não diferentemente do natal, o Reveillon também significa reunir a família ou os seus amigos para fazer a contagem regressiva com champagne e ver a explosão dos fogos nos quais anunciam a chegada do próximo ano.
Mês Triste.
A despedida e as lembranças são as únicas coisas que tornam Dezembro um mês triste. Despedida ou o adeus de todas as coisas que foram realizadas e presenciadas durante os doze meses. O adeus para os cursos concluídos e para o primeiro ano de faculdade, mas esse adeus se torna mais triste quando envolvem pessoas, principalmente amigos que estiveram nos momentos mais engraçados da sua vida e que se tornarão lembranças após a sua partida, para uma nova fase, em outro lugar. Este momento tinha chegado.

Depois do Churrasco ocorrido em minha casa, estava de volta a velha rotina da faculdade, mas desta vez não tinha aulas teóricas e sim provas, era a semana das provas finais. Um momento decisivo na vida de todas as pessoas, pois são estas provas que poderão dar um final feliz ou triste deste ano. O meu final, ainda bem, foi feliz e o que me restava era não voltar para a faculdade por um bom tempo. Mas este final não foi feliz para todos, Arthur, Renato J.R ficaram de exame e isto significava mais um tempo para J.R ficar em Rio Preto, antes da sua partida.
As saídas foram, digamos, normais, foram poucas vezes que o grupo pode sair, já que após o namoro de Arthur, este só ficava com a sua namorada. Os fatos mais relevantes dessas saídas foram que Arthur sofreu um acidente de moto no momento em que chegava no local onde o pessoal estava e o outro foi a vingança de Jean, após dar um "toco" na menina no qual tinha dado o "toco" nele no churrasco. Isto acontecimento foi o ultimo encontro do pessoal, sem a presença de C.A, antes de Jean voltar para a cidade da sua mãe.

Dia 14 de Dezembro de 2007. Horário de partida - 22:30min.
20:00h. Tinha começado a festa de encerramento do Japonês. Sim, eu faço japonês desde os meus 14 anos. A festa consistia em várias apresentações dos alunos da escola e eu, além de ler um texto, também era o apresentador ,em japonês, do evento.
21:30min. Tinha dado o tempo de intervalo, antes de começar a segunda parte das apresentações. No intervalo, os alunos, pais e as outras pessoas presentes, comiam e bebiam todo o tipo de degustação que cada um levava. Enquanto eu comia, numa mesa com os meus amigos, eu só pensava se daria tempo de ir até a rodoviária para despedir de J.R e numa atitude desesperada, já percebendo que não daria tempo, liguei no seu celular e despedi.
22:15min. "Arigato Gosaimashita” (Muito Obrigado), após a apresentadora ter pronunciado estas palavras no momento em que acabava de ler o meu texto, fui avisar a minha professora que tinha que ir embora e assim sai correndo para a rodoviária, já que esta ficava perto do local onde me encontrava. Faltava pouco tempo.
Correndo, correndo e correndo o mais rápido possível e durante esta corrida, fui lembrando dos acontecimentos "sem noção" em que "o sem noção" tinha feito durante este ano com o grupo. Lembrando do dia em que ele foi zoado pela classe, após ter entrado com a camiseta baby-look do curso; do dia em que ficou bêbado quando o grupo saiu pela primeira vez ; do dia em que joguei um pouco de vinho em sua camiseta e quase ele me bateu e dos outros dias que eu ficava zoando. Todos os momentos que o grupo aproveitou, as diversões, confusões e até as coisas chatas que ocorreram, estavam se despedindo junto com um dos integrantes do grupo. Jean Rafael, "o sem noção", estava indo embora e não teriam mais assuntos sem noções e nem a pessoa para poder zoar.
22:25 min. Cheguei na Rodoviária, cansado e ofegante, já que eu era sedentário e vi o ônibus que levaria J.R para a Praia Grande, mas J.R não tinha chegado. Enquanto ele não chegava, fiquei lembrando das vezes, em que pegava este ônibus com os meus amigos da escola, para passarmos as férias na praia. Bons tempos. J.R tinha chegado, a sua reação foi de surpresa, já que não esperava me encontrar e então foram 5 min de conversa, antes de eu ir embora.
22:30 min.
- Ou já vou indo, Boa Viagem - disse a J.R
- Valeu cara, flw.
O "Flw", não foram as suas ultimas palavras, mas sim J.R me respondeu quando perguntei se ele viria passar as férias aqui:
- Sim, eu venho!

E tudo volta a ser diferente, um novo recomeço.
“Talvez as pessoas sejam como as esferas do dragão, do desenho "Dragon Ball Z ", são reunidas para realizar um desejo e depois se espalham para cada lado, sendo novamente reunidas em algum tempo.
"
Talvez uma cena ao lado da estrada nos leve ao passado
Lá não há nada informando onde estaremos em um dia ou em uma semana
E não há promessas de paz ou felicidade.
"Talvez a vida seja uma canção, mas você está assustado para cantá-la mais
Até o final.” ( Patrick Park - Life is Song).

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Capítulo 18

Musica alta, tocando a vários estilos musicais, desde rock até sertanejo, comida, bebida e varias pessoas conversando com seus respectivos grupos. O churrasco estava legal, mas nem tanto.
- Jader, você pode... - Jader, onde que é... - Jader, coloca isto...
Vocês pensam que eu fiquei parado, curtindo a festa? Não, estava o tempo todo fazendo alguma coisa e dando a atenção para a maioria das pessoas, afinal o dono da casa era eu. Quando restava um tempo livre para aproveitar o churrasco, eu tentava conversar com todos os meus amigos que estavam presentes e assim foi uma forma que encontrei para dar atenção a todos. Não foi muito fácil, já que algumas pessoas estavam isoladas ou em grupos e então comecei por um casal, isolados, do pessoal.

Arthur.
É, este cara começou a namorar e no churrasco tinha levado a sua namorada e foi nesse dia que todos a conheceram, só a sua imagem pois os dois ficaram isolados em um canto. Medo das pessoas? Não sei, mas eu fui conversar com os dois e ela me pareceu uma pessoa simpática. Arthur é o cara que se acha o "corajoso", mas que tem medo de algumas coisas. Medo do que?. De levar trote, já que foi o único da classe que não compareceu nas duas primeiras semanas de aula, a única pessoa que não ficou com o cabelo raspado. Além disso, quando o conheci melhor, percebi que é uma pessoa esforçada, trabalhador e tem o seu estilo "mano" de ser. Era o cara que organizava as saídas nos finais de semana que, as vezes, eram estranhas.

Carlos Alexandre.
C.A para os amigos, já que "Carlos Alexandre" é nome de novela mexicana. C.A foi um dos que fizeram amizades ,facilmente, com os meus outros amigos, tanto que no churrasco já estava conversando com alguns. A primeira vez que eu o vi, foi no primeiro dia de aula, no intervalo, o povo tava dando trote e presenciei o momento em que os veteranos tinham pegado-o, quem diria que ficaríamos amigos. CDF, pois é estudioso e muito organizado com o seu material de estudo e é engraçado com os seus comentários sarcásticos.

Jean Rafael
No churrasco ele veio conversar comigo depois de ter tomado muitas latinhas de cerveja. A conversa foi sobre uma menina da festa que estava interessado e então ele me pediu para falar com ela e assim ver se toparia ficar com ele. "Toco", segundo seguido, já que na festa de peão ele tinha levado também e depois de levar este "toco", ficou emburrado e se isolou da festa. Na verdade ele queria ter ficado com outra menina, quem? Eis o mistério.
J.R ou "O sem noção", é um cara muito sem noção, não tendo outro adjetivo para qualificá-lo, mas por ser assim é que torna-o muito engraçado e diferente, sendo motivo de assunto todos os dias. Beber, fumar, estudar 2 horas antes da prova, ser pai aos 18, nervoso, engraçado com as coisas que faz, foram os principais motivos de uma criação de um blog.

Renato
Não diferentemente de Jean, ele também já tinha bebido algumas latinhas de cerveja mas com uma diferença de Jean, estava feliz e bastante animado com o churrasco. Foi a única pessoa que conseguiu conversar com todos que estavam no churrasco, sendo "o cara" da festa. "O cara da festa" que trouxe o seu computador com as musicas para animar o churrasco, trouxe as bebidas e interagiu com toda a galera.
A risada do Renato é muito engraçada, faz todos rirem junto e ao lado de Jean consegue aprontar alguma coisa fora do normal, só que com certa noção. Além disso, não perdem a oportunidade de zuar os seus amigos.

Gustavo
O irmão do Arthur, sendo os dois totalmente diferentes um dos outros. Quem é o adotado? Incrível que são irmãos de sangue do mesmo pai e mãe. Gustavo é diferente, pois é mais engaçado que o seu irmão, fazendo várias piadas, aquelas que fazem qualquer pessoa dar risada. Um fato interessante é que durante as saídas em que esteve presente, descobri o cara magrelo, mas que come como um gordo de 10okg, não sei se é lombriga, mas come pra caramba. A única coisa que faz de Gustavo ser irmão de Arthur é que ambos são "galos de briga", qualquer coisa já querem resolver dando uma porrada em alguém. "Stalon Brothers".

Durante o churrasco, foram com essas pessoas que fiquei conversando, ou seja, o meu grupo da faculdade. No final, já não agüentava mais, eu estava muito cansado e com sono. Balanço final da festa é que o lado bom é reunir os amigos e fazer todos se sentirem bem, num clima amistoso e o lado ruim é que o dono da festa não aproveita tanto quanto os convidados. E esta foi a festa que antecedeu o final da faculdade, das saídas divertidas com todo o pessoal. O fim não esta aqui, o fim está próximo.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Capítulo 17

Vários grupos de amigos reunidos em uma noite, da certo? As chamadas "panelinhas" serão quebradas? Existirá uma interação com as pessoas desses grupos?

Depois daquela dupla festa na cidade de J.R, retornava-me para a tradicional rotina de aulas na faculdade. O final se aproximava e as férias de verão estavam chegando, mas antes era preciso estudar, estudar e estudar para conseguir esse privilégio. O final das aulas significava o fim de J.R em Rio Preto, mas ainda tinha alguns dias para se divertir com o grupo e também para zuá-lo antes da sua partida.
Na classe, especificamente na aula de português, eis que surge uma oportunidade para zuá-lo. A professora pediu para que cada aluno fosse lendo partes de um texto, foi quando me lembrei de uma coisa que fazia com um dos meus amigos de escola e resolvi fazer isto com J.R. A zuação consistia no seguinte, quando chegava à vez de um amigo meu ler ou apresentar alguma coisa, eu ficava dando risadas até a pessoa ficar sem graça. Foi exatamente isto que aconteceu com J.R, eu sentava próxima a certeira dele e só ficava dando risadas, principalmente quando ele não conseguia ler direito algumas palavras. Ele acabou se vingando no momento em que chegou a minha vez de ler o texto e acabei ficando sem graça. "Tentem fazer isto com o seu amigo!".
Além de ficar zuando os amigos, eu pensava em uma frase.
- Vocês são muito desunidos!. "Lembram desta frase?" (Capítulo 12)
Após J.R ter dito essas palavras, fiquei pensando em fazer alguma coisa para reunir todos os meus amigos. Churrasco na minha casa. Pensei que seria fácil, mas não foi.
Organizar um churrasco é muito cansativo, pois o organizador é responsável por todas as coisas, desde o rolo de papel higiênico até as carnes e tudo isto exige um trabalho manual e mental, conseqüentemente requer bastante disposição e energia. Estes dois tipos de trabalho foram: limpar a casa, comprar todas as coisas necessárias, convidar os amigos e outras coisas. Tudo estava concluído, só aguardava a chegada dos convidados.

Os convidados foram chegando aos poucos e a minha casa foi ficando lotada. Estava perdido, não sabia para quem dar atenção e com a chegada do pessoal surgiriam coisas a fazer. Eu já estava ficando exausto.
Camila, Anny, Miki, Ismael, Jezreel e Wesley. Todos estas pessoas fazem parte do meu grupo de amigos, japonêses, pois a maioria era descendente. Quando nos reuníamos, sempre tínhamos que jogar baralho e assim nos divertíamos.
Fernando, Felipe e Rafael. Esses três caras eu os conheço há muito tempo, considero como os meus irmãos, pois posso contar com a ajuda de todos e também pelas palhaçadas que cada um consegue fazer a todos darem risadas, sendo o meu grupo da escola.
Todos foram chegando e se acomodando, alguns já se conheciam e outros não. As rodinhas foram se formando, mas ninguém tentou conversar com outra pessoa que não conhecia, exceto uma pessoa.